Vitor Lippi será integrante de Grupo de Trabalho criado pelo Ministério das Comunicações

18 de Novembro de 2015, 09:30

Após uma série de discussões sobre o futuro das telecomunicações
no Brasil, o Ministério das Comunicações (MiniCom) decidiu criar um grupo de
trabalho que irá realizar estudos sobre a concessão de telefonia fixa, com o
objetivo de estimular a universalização da banda larga no país. 

O grupo será
composto por membros da Anatel, do Ministério das comunicações, além de parlamentares. O deputado federal
Vitor Lippi (PSDB-SP), foi convidado para integrar a equipe, juntamente com
outros dois membros da Subcomissão Especial de Telefonia Móvel, da qual é
presidente. 

Nesta quarta-feira, (18), durante audiência pública com o
ministro André Figueiredo, na Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e
Informática, o deputado federal Vitor Lippi (PSDB-SP) agradeceu a oportunidade
de fazer parte do grupo que vai elaborar propostas de políticas públicas sobre o
futuro das concessões, para melhorar a prestação dos serviços oferecidos pelo
setor. “Juntos encontraremos as melhores soluções para agilizar com qualidade
técnica e força política, o melhor modelo de legislação, que possa beneficiar a
todos”.

O ministro André Figueiredo destacou durante a audiência os projetos e prioridades da pasta, entre elas, o Programa Nacional de Banda
Larga (PNBL).  A meta do MiniCom é
praticamente universalizar o serviço até 2018. "Buscamos incansavelmente dotar
70% dos municípios brasileiros, que representam 98% da população, com fibra
óptica, mas com velocidade", garantiu o ministro.

Os recursos dos
fundos destinados à comunicação e o financiamento dos pequenos provedores, mais
uma vez entraram na pauta. O deputado sorocabano destacou que os recursos não
são utilizados da maneira adequada. E quanto aos pequenos provedores, Lippi
defende o financiamento, reivindicação antiga do setor que representa
provedores instalados em mais de 1.200 municípios brasileiros. “Os pequenos
provedores são importantes para levar a banda larga e outros serviços de
telecomunicações, onde os grandes empresas não querem operar”.